Este é o primeiro post sobre um assunto em pauta ultimamente e que pretendo estar abordando por aqui de vez em quando. Todos já ouvimos falar do aquecimento global ou do Protocolo de Kyoto, lembra do seu vizinho ecologicamente correto? Até ele já deve ter te dado uma bronca e passado o sermão quando viu você lavando seu carro na porta de casa durante toda a manhã.Pois é, estarei nesse primeiro post da série falando um pouco sobre a temática para posteriormente mostrar, especificamente, o caso da arquitetura e do urbanismo nesse contexto.
A história começa em 1988 no Canadá na "Toronto Conference on the Changing Atmosphere" , que foi o primeiro grande encontro entre governos e cientistas para discutir as mudanças climáticas. Posteriormente outros encontros foram feitos estabelecendo o "Intergovernmental Panel on Climate Change" (IPCC), que reúne um grupo de cientistas para estudar as mudanças climáticas. Os informes do IPCC passam a alertar para impactos significativos de origem humana sobre o clima global. E ai começa o todo o estresse, todo o alarmismo e todo o corre-corre para salvar o planeta.
Muitas foram as Conferências ocorridas por todo o planeta, passando inclusive pela nossa terrinha. Quando? Na ECO-92 ou "Conferência das Nações unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento" que gerou um documento assinado por 179 países, a Agenda 21:
"A Agenda 21 reúne o conjunto mais amplo de premissas e recomendações sobre como as nações devem agir para alterar seu vetor de desenvolvimento em favor de modelos sustentáveis e a iniciarem seus programas de sustentabilidade" (Marina Silva, ministra do meio ambiente)
Veja no que consiste a Agenda 21 no site do governo: clique aqui.
Em 1997 no Japão é assinado o Protocolo de Kyoto objetivando reduzir as emissões dos 6 gases responsáveis pelo efeito estufa, entre eles o gás carbônico, o pior. O efeito estufa gera o aquecimento global e coloca em risco espécies, ilhas, regiões costeiras, além de alterar nossas condições de vida na Terra.
Alguns cientistas são catastróficos, outros nem tanto e outros são céticos em relação a tudo isso. Ou seja, não há consenso e provavelmente nunca haverá. Eu, particularmente, acredito que o ser humano vem afetando a ordem natural das coisas na mesma proporção que vem crescendo economicamente e (re)começar a crescer com moderação, de maneira sustentável não fará mal algum, muito pelo contrário.
No próximo post: o que isso tudo tem a ver com arquitetura e urbanismo, influências e contribuições para a nossa área.
Enquanto o post não chega você pode calcular no site da Iniciativa Verde qual a quantidade de gás carbônico que tem emitido na nossa atmosfera, através de hábitos e atitudes.
4 comentários:
Bom vc começara falar nisso, é importante. Principalmente para acalmar os mais desesperados, que acreditam nos larmista.
Diz para eles como tudo vai se ajeitar...
É verdade Alexandre, já tem gente por ai achando que não tem mais jeito e a solução é se mudar para Marte...rs
Sei lá, eu também não sou cientista, mas ainda acredito no meio termo, nem alarmismo, nem ceticismo...Acredito na capacidade de adaptabilidade do ser humano, ou seja, se adequar às novas situações. Mas para isso é necessário mudanças de pensamento, de vida e tal.
O que é extremamente natural, se analisarmos a história sempre de tempos em tempos ocorre uma grande mudança. Ou será que ainda vivemos como nossos avós?!
É isso ai, a mudança já esta ai e muitos já sabem o que fazer. Por isso estarei postando sobre a arquitetura e o urbanismo nesse cenário...para que a gente tome um rumo tb (ou não) rs
Gostei disso, quero ler o próximo post sobre o assunto... E gostei do seu ponto de vista tbm!! Já que eu faço parte dos "desesperados", como disse o alexandre.. rsrs..
Já estava acompanhando o blog, mas ainda não tinha comentado.. rs
Adoro blogs!
beijos!
Oi Cintia, seja bem-vinda então! Será ótimo ter você participando tb!! E fica calma, no final tudo sempre acaba bem...Mas o fato de vc ser "desesperada" pode ser bom, já que assim vc agirá em prol da nossa salvação... ;)
bjs
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